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Se o arrependimento matasse: 6 canções que foram más decisões

se o arrependimento matasse - 6 cancoes que foram mas decisoes
Comentários (6)
  1. Antonio Oliveira diz:

    isto de facto para ser critico de música é preciso ser um animal especial.(sem vergonha na cara).
    Eu sou o filipe marques da strobe, tenho um mestrado em master prozão de música e acho-me na capacidade (por obra do espírito de santo) de pôr defeito nas bandas ou artistas acima indicados e divulgar na strobe como se estivesse a fazer um grande serviço.

    Aprenda a tocar um instrumento, a cantar ou outra coisa que requeira talento que isto de ser critico de música é para arrebentados.

    Atentamente

    1. João Oliveira João Oliveira diz:

      De facto esse conceito de “Mestrado em Master Prozão de Música” parece-me muito interessante! Se o ISCTE sabe disto lá teremos mais um mestrado a 8 mil euros. E podiam criar também um “Mestrado em Master Prozão em Coisas da Vida” e convidar o António para dar as aulas. Isso sim era espectacular!

      O mundo tem destas coisas, há pessoas com opiniões e até têm a ousadia de as partilhar. Não me parece que uma pessoa tenha de ter legitimidade para ter uma opinião, a opinião é um direito inalienável. Poderá ter é legitimidade ou não para a publicar, mas isso já é uma questão de autoconsciência e da avaliação feita por quem controla a plataforma onde a opinião vai ser publicada. O António pode não gostar do que lê mas duvido que tenha bases para sustentar o argumento de que o autor do texto não tem legitimidade.

      Essa ideia de que a crítica é uma coisa monstruosa e inútil não me parece que faça sentido, mesmo porque o próprio António acabou por escrever uma crítica (que perda de tempo António!). E achar que só pode falar de música quem é músico é uma ideia muito fraquinha. O António tem de saber como se faz mousse para saber apreciá-la? Ou tem de saber montar um telemóvel ou um computador para saber se são bons ou não? Não me parece que tenha.

      E termino com uma expressão sua: “isto de ser crítico de música é para arrebentados”. Que bonito! Bem dizia a Ruth Remédios que as opiniões são como as vaginas. Eu, pessoalmente, prefiro as do Filipe, não desfazendo caro António. Cá para mim o António tem um fraquinho pela rainha do supermercado…

      Bem-haja, dentro dos possíveis.

  2. Henrique diz:

    Uma crítica de música reflecte sempre uma opinião pessoal. Tal como uma crítica à critica de música.
    Seja a primeira desavergonhada e a segunda deselegante.
    Pessoalmente, e porque gosto de todos os artistas aqui mencionados, reconheço o direito ao reverso da medalha. Parafraseando o autor do texto, “todos temos dias maus”.
    Que, afinal, como a excepção à regra, só confirmam os muitos dias bons.
    Atentamente

  3. Antonio Oliveira diz:

    pois isto de colocar a música em caixinhas do ikea para o pubóm alugar a sua opinião escrita na strobe ou noutro do tipo, no meu entender não devia existir, ponto. A ideia de só músicos criticarem música entre amigos, não…para o público sim, sem dúvida nenhuma. Saber apreciar requer conhecimento e a todos níveis para não correr o risco de dizer asneirada. A música (não graças aos “críticos profissionais”)é tão maior que o Filipe ao tentar ser um entendido passa ridículo. Quanto ao fraquinho pela rainha…dava-lhe jeito não??a sua cena cool/indie?? mas não….se calhar até tenho bagagem para o criticar :)

  4. dantokiohotel@hotmail.com diz:

    a música do REM é totalmente mergulhada em ironia, rapaz e o clipe também, a começar pelo velho, em um lugar escuro, que pedalando dá movimentação no cenário que as pessoas felizes estão dançando…:p

    1. dan diz:

      a música do REM é totalmente mergulhada em ironia, rapaz e o clipe também, a começar pelo velho, em um lugar escuro, que pedalando dá movimentação no cenário que as pessoas “felizes” estão dançando…:p

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